Não há nada como o IKEA. Não há. Quando o assunto é mobilar a casa e os adjectivos bom, giro e barato, é lá que se tem que ir. Em Portugal, seria pegar no carro, definir o budget, as medidas, os básicos e rezar ( ao bom senso) para não sair de lá na bancarrota. Em Moçambique ( vá, que não falo de lá há tanto tempo), seria seguir o catálogo online durante o ano todo, apontar as referências e aproveitar os curtos dias de férias para comprar alguns miminhos a preços decentes e que coubessem na mala de regresso, naqueles dolorosos 30 quilos - candeeiros de papel, individuais, talheres, separadores para o roupeiro, eu sei lá, sei que era o que tinha em casa, trazido pelas tão queridas visitas. Ou então ir à famosa Avenida de Angola e entrar no Moz IKEA* e, com sorte, pagar o triplo ou quiças umas módicas 10 vezes mais, tornando uma pechincha num objecto de design de desejo. O que não é só mau. Ensina a dar valor aos pequenos luxos que em casa eram dados como adquiridos. Ensina ainda a...