Vietnamitas, Yoga e pubs
Mais uma semana a acabar, mais um vietnamita experimentado ( ai como o Interthai de Maputo mete estes restaurantes asiáticos todos a um canto. É certo que aqui há 30 mil e só fomos a 3 mas até agora aquele Pad Thai, mesmo com ketchup, é um dos meus pratos de confort food favoritos), mais uma manhã no Campus da Google, mais uma aula de Yoga fora de série, mais uma data de CVs enviados.
É oficial, estou na segunda fase da buscar de trabalho. Significa que vale tudo. Agências cromas, médias e boutique ( as manhosas ainda não, deixarei para outro plano), lado do cliente, pubs, cafés giros e cadeias, lojinhas e até lojas a sério daquelas com mil departamentos e dezenas de formiguinhas a trabalhar que nem doidas. E mesmo assim continuo sem saber muito bem onde me focar, embora envie pelo menos alguns CVs todos os dias. Hoje foram 6, entre respostas a anúncios, formulários preenchidos nos sites e candidaturas espontâneas. Neste momento tenho cinco resumés diferentes: um para Estratégia Integrada, outro para Digital, um para lojas, um para Pubs e outro para cafés. Cada um com uma abordagem diferente pelo menos na introdução. Em comum? Não fazer a mínima ideia se são ou não eficientes.
Pois que estou meia perdida. Mais que isso, estou farta de ter que me entreter todos os dias, pintar os olhos e os lábios para manter o ar super fresh, bater a portas que se fecham mais do que abrem. E, mesmo após vários anos à procura de um trabalho sempre melhor - acho que nunca deixei de enviar CVs para tudo e para toda a parte do mundo- continuo a não lidar bem com as não respostas. Não de todas mas aquelas que acho que têm potencial. Como dizia o outro, é a vida. A vidinha. Aqui entre nós se, entre o choque cultural de Moçambique e a competitividade de Londres, não aprender para onde quero ir, não sei não.
A procura de trabalho demora tempo e requer dedicação, paciência e estaleca. Eu tenho as três mas em doses que vão variando da muita a nenhuma em menos de nada. Acho que o que mais me assusta é ter que baixar os padrões, fazer o que não quero, lutar para algo que não sei se vale a pena - ou será que vale tudo quando a alma não é pequena?
Para a semana temos visitas. Dois casalinhos amorosos. A I e o Z vão ficar cá em casa mas só uma noite. vai saber mesmo bem. É tão bom receber abraços extra e sorrisos familiares. Para logo a seguir voltar à luta. E ao Yoga.
É oficial, estou na segunda fase da buscar de trabalho. Significa que vale tudo. Agências cromas, médias e boutique ( as manhosas ainda não, deixarei para outro plano), lado do cliente, pubs, cafés giros e cadeias, lojinhas e até lojas a sério daquelas com mil departamentos e dezenas de formiguinhas a trabalhar que nem doidas. E mesmo assim continuo sem saber muito bem onde me focar, embora envie pelo menos alguns CVs todos os dias. Hoje foram 6, entre respostas a anúncios, formulários preenchidos nos sites e candidaturas espontâneas. Neste momento tenho cinco resumés diferentes: um para Estratégia Integrada, outro para Digital, um para lojas, um para Pubs e outro para cafés. Cada um com uma abordagem diferente pelo menos na introdução. Em comum? Não fazer a mínima ideia se são ou não eficientes.
Pois que estou meia perdida. Mais que isso, estou farta de ter que me entreter todos os dias, pintar os olhos e os lábios para manter o ar super fresh, bater a portas que se fecham mais do que abrem. E, mesmo após vários anos à procura de um trabalho sempre melhor - acho que nunca deixei de enviar CVs para tudo e para toda a parte do mundo- continuo a não lidar bem com as não respostas. Não de todas mas aquelas que acho que têm potencial. Como dizia o outro, é a vida. A vidinha. Aqui entre nós se, entre o choque cultural de Moçambique e a competitividade de Londres, não aprender para onde quero ir, não sei não.
A procura de trabalho demora tempo e requer dedicação, paciência e estaleca. Eu tenho as três mas em doses que vão variando da muita a nenhuma em menos de nada. Acho que o que mais me assusta é ter que baixar os padrões, fazer o que não quero, lutar para algo que não sei se vale a pena - ou será que vale tudo quando a alma não é pequena?
Para a semana temos visitas. Dois casalinhos amorosos. A I e o Z vão ficar cá em casa mas só uma noite. vai saber mesmo bem. É tão bom receber abraços extra e sorrisos familiares. Para logo a seguir voltar à luta. E ao Yoga.
: ))))))
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