Day one
Londres. Terra do nevoeiro e da senhora majestade, dos hipsters e dos bancários, dos banqueiros e dos artistas, do bagels e do Big Ben, da Tate e do fish and chips, da moda e da roupa tão-pirosa-que-vira-gira, de toda a gente e sem igual a mais nenhuma parte do mundo. E agora também um bocadinho nossa.
Estamos em casa do A e da Y, numa zona privilegiada, que nos estão a receber como família, até porque eles também se acabaram de mudar e ainda há muita coisa do Ikea para montar - lá teve o J que por mãos à obra e eu aos tortellinis com cogumelos, tomate e manjericão. Antes, o voo da TAP cumpriu a tranquilidade desejada, com malas a passar no check-in sem problemas e atrasos em terra recuperados no ar. Tivemos ainda direito a atendimento especial regado com bom vinho tinto do Douro e amendoins com sal e mel. Perfeito para uma chegada demorada, entre comboios e metros, escadas rolantes e das outras, sempre com um trolley em cada mão e muitos quilos esquecidos pela vontade de chegar.
É cedo mas o dia pareceu enorme. Para um domingo até foi produtivo: conseguimos comprar um cartão SIM da Three ( o iPhone fica para auto-presente de quando encontrar um trabalho), comer bagels com salmão fumado e chouriço e ainda bebemos um belo chocolate caliente num pub da área, sinais de uma noite bem dormida num confortável sofá cama, daqueles que vira King size em menos de nada. Obrigada Suecos por presentearem as casas europeias com tanta comodidade e descrição.
Mas vamos ao que interessa, procura de casa e de trabalho. A evolução neste campo não é muita, até porque é domingo e há que vivê-lo com tranquilidade. Já estamos registados nos sites de flatshare e arrendamentos, familiarizados com as zonas e temos os nomes de agentes imobiliários escritos no Moleskine. Amanhã a busca começa mais cedo e a sério e vai ser feita com boas botas, luvas e gorro porque a neve teima em dizer olá. O local previsto para o início é um dos vários Starbucks do Upper Street com a sua Internet grátis rápida e o meu querido Tall Soya Latte que por sinal custa o mesmo que em Portugal. Já o trabalho, esse é ainda mais ansiado, com uma entrevista na 3a, outra na 4a e algumas ansiedades e incertezas.
Que bem que se está na terra daquelas coisas todas lá de cima e ainda do fresquinho. Que bem que se está perto de casa.
Estamos em casa do A e da Y, numa zona privilegiada, que nos estão a receber como família, até porque eles também se acabaram de mudar e ainda há muita coisa do Ikea para montar - lá teve o J que por mãos à obra e eu aos tortellinis com cogumelos, tomate e manjericão. Antes, o voo da TAP cumpriu a tranquilidade desejada, com malas a passar no check-in sem problemas e atrasos em terra recuperados no ar. Tivemos ainda direito a atendimento especial regado com bom vinho tinto do Douro e amendoins com sal e mel. Perfeito para uma chegada demorada, entre comboios e metros, escadas rolantes e das outras, sempre com um trolley em cada mão e muitos quilos esquecidos pela vontade de chegar.
É cedo mas o dia pareceu enorme. Para um domingo até foi produtivo: conseguimos comprar um cartão SIM da Three ( o iPhone fica para auto-presente de quando encontrar um trabalho), comer bagels com salmão fumado e chouriço e ainda bebemos um belo chocolate caliente num pub da área, sinais de uma noite bem dormida num confortável sofá cama, daqueles que vira King size em menos de nada. Obrigada Suecos por presentearem as casas europeias com tanta comodidade e descrição.
Mas vamos ao que interessa, procura de casa e de trabalho. A evolução neste campo não é muita, até porque é domingo e há que vivê-lo com tranquilidade. Já estamos registados nos sites de flatshare e arrendamentos, familiarizados com as zonas e temos os nomes de agentes imobiliários escritos no Moleskine. Amanhã a busca começa mais cedo e a sério e vai ser feita com boas botas, luvas e gorro porque a neve teima em dizer olá. O local previsto para o início é um dos vários Starbucks do Upper Street com a sua Internet grátis rápida e o meu querido Tall Soya Latte que por sinal custa o mesmo que em Portugal. Já o trabalho, esse é ainda mais ansiado, com uma entrevista na 3a, outra na 4a e algumas ansiedades e incertezas.
Que bem que se está na terra daquelas coisas todas lá de cima e ainda do fresquinho. Que bem que se está perto de casa.
Comentários
Enviar um comentário