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Estou a comer Sushi ali do Itsu, uma nova descoberta de comida japonesa cheia de salmão brilhante, verdes crus e arroz fresco. A ver se do Omega 3 faz-se luz. Amanhã tenho a tal apresentação no Elefantes e hoje enviei mais uma para outra agência a que me tinha candidatado. Parece que aqui não andam a brincar e antes de te quererem conhecer querem perceber quem és para além do que está escrito no CV. Faz tanto sentido quanto dá trabalho. Para hoje a interpretação de um site; para amanhã uma previsão sobre o futuro das marcas e dos consumidores. Não será estranho dizer que entre momentos de bloqueio e provavelmente cafés a mais, há sempre espaço para alguma produtividade. Como ontem, depois do Yoga, que me concentrei e acabei a primeira.
Pelo contrário, hoje ainda não me concentrei mas vou acabar a segunda. Acho que vou seguir a táctica do Yoga do fim do dia para não pensar em nada, pelo menos em nada que possa estragar tudo. E tentar não procrastinar. Oh palavra essa que sempre me acompanhou mesmo quando não sabia da sua existência.
Entretanto, algo nada a ver. Quem me conhece sabe a minha tara por anéis em geral, de prata em particular. Acho que tudo começou com os 4 Verões em que trabalhei para o Merajudin, um paquistanês que faz Import Export em Milão e ia a PT uma vez por ano vender pratas ao grama na Fia. Foi o meu primeiro trabalho, tinha 16 anos. Grão a grão fui enchendo a caixinha das jóias, espolio que cresceu exponencialmente com os presentes da Avó Jú - anéis e mais anéis, brincos e mais colares, pendentes e por aí a fora. Todo o santo dia, uso pelo menos os meus queridos 4 anéis. São aqueles mesmo de estimação que não saem dos dedos há vários pares de anos. Ou não saiam. Porque com o frio os dedos voltam ao normal ( eu estava completamente convencida de que tinham passado a troncos. Meninas em África, há toda uma nova esperança nos tamanhos antigos quando se regressa à Europa), perdi um a semana passada e outro há 2 dias. Bonito serviço, melhor desfecho. Um estava onde tinha caído: no elevador da nova casa. O outro, em casa do A e da Y, algures no sofá. Que sorte. Acho que não volto a usar luvas. 

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