No good feelings, no bad feelings, just no heart feelings
Esta é a primeira frase que me vem à cabeça quando pensei em escrever este texto. Há muito que não escrevo mas mais tempo foi passado a ter ideias para por no papel teclado. Passou-se exactamente um mês. Pequenos apontamentos, grandes (hihi) pensamentos, coisas parvas, coisas ainda mais parvas, situações, momentos. Em comum, sempre algo que gostava de partilhar convosco. O que se tem passado no último mês é espelho disso. Depois de uma saída complicada da agência, de uns dias em Cape Town, de um mega pic nic maputense, de um dia de anos tão atribulado como emocionante, de 17 dias na India e de tantas estórias para contar, estou de volta q Maputo e a este blog.
Hoje é o meu último dia aqui, pelo menos desta vez. Se é um adeus ou um até já não vos sei dizer, não agora. Só sei que só sei o mesmo que o Sócrates: que nada sei. Mixed feelings, muita emoção para digerir, uma viagem que não mudou a vida mas que marcou a mudança, uma terra de passagem, uma que fica, a nova que vem. Tudo em muito pouco tempo e com tanto pormenor que terá que ser contado aos poucos, devagarinho, à velocidade de quem aproveita e quer aproveitar esta vida boa que às vezes nos prega sustos mas também agradáveis surpresas.
Não estou inspirada, emotiva, saudosa, o que quer que seja. Também não estou triste nem contente, num xitex ou em letargia. Acho que posso dizer que hoje só estou, se isso é possível ou permitido. Levo comigo o sentimento de dever cumprido, duas mãos cheias de amigos, outros pés de conhecidos, lições aprendidas, alguma calma ganha, alguma revolta também, incongruências, aprendizagens, até uma estátua e uma caixa em forma de África, já que a tatuagem continua a parecer excessiva.
África marca. Oh, se marca. Amor-ódio de Almodovar, agressividade de Tarantino, sentimentalismo de Woody Allen. Mas afinal, o que andamos aqui a fazer? Que mundo é este que anda todo ao contrário? Onde isto irá parar? Quem vale a pena levar? Fazer fretes ou não, eis a questão. O que realmente importa?
Não faço ideia nem me importa agora. Mais logo, talvez. Por isso fica aqui o convite. A quem está em Maputo, que venha brindar connosco logo à noite nos CFM. A quem está em Portugal e quer um abraço e um sorriso, que passe pela Graça na segunda. A quem está em Londres, que seja so kind to give me um pouco de boa onda e de boas vindas. A quem está no mundo, que continue a fazer parte do meu.
Namaste.
Hoje é o meu último dia aqui, pelo menos desta vez. Se é um adeus ou um até já não vos sei dizer, não agora. Só sei que só sei o mesmo que o Sócrates: que nada sei. Mixed feelings, muita emoção para digerir, uma viagem que não mudou a vida mas que marcou a mudança, uma terra de passagem, uma que fica, a nova que vem. Tudo em muito pouco tempo e com tanto pormenor que terá que ser contado aos poucos, devagarinho, à velocidade de quem aproveita e quer aproveitar esta vida boa que às vezes nos prega sustos mas também agradáveis surpresas.
Não estou inspirada, emotiva, saudosa, o que quer que seja. Também não estou triste nem contente, num xitex ou em letargia. Acho que posso dizer que hoje só estou, se isso é possível ou permitido. Levo comigo o sentimento de dever cumprido, duas mãos cheias de amigos, outros pés de conhecidos, lições aprendidas, alguma calma ganha, alguma revolta também, incongruências, aprendizagens, até uma estátua e uma caixa em forma de África, já que a tatuagem continua a parecer excessiva.
África marca. Oh, se marca. Amor-ódio de Almodovar, agressividade de Tarantino, sentimentalismo de Woody Allen. Mas afinal, o que andamos aqui a fazer? Que mundo é este que anda todo ao contrário? Onde isto irá parar? Quem vale a pena levar? Fazer fretes ou não, eis a questão. O que realmente importa?
Não faço ideia nem me importa agora. Mais logo, talvez. Por isso fica aqui o convite. A quem está em Maputo, que venha brindar connosco logo à noite nos CFM. A quem está em Portugal e quer um abraço e um sorriso, que passe pela Graça na segunda. A quem está em Londres, que seja so kind to give me um pouco de boa onda e de boas vindas. A quem está no mundo, que continue a fazer parte do meu.
Namaste.
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